o espaço das minhas coisas

Segunda, 20 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Feliz com foto destacada no Fotógrafos sem Fronteiras

Recentemente entrei no grupo Fotógrafos sem Fronteiras e, nele, uma equipe escolhe as melhores fotos do dia, analisando imagens vindas de todas as partes do planeta. Para minha surpresa a última postagem, realizada sábado último na praia de Cacimbinhas, em Tibau do Sul, ficou na seleção, me deixando muito feliz e estimulado. Hoje também avancei em algumas decisões para colocar meus trabalhos ao alcance de arquitetos e ambientadores, com o objetivo de chegar nas residências. Luzzzz e gratidão a todos que estão apreciando e incentivando. Felizzzzz

Segunda, 20 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Que situação, rapá...

Na vida passamos por muitas coisas, sempre refletindo no decorrer dos acontecimentos, afinal deles extraímos elementos para nos posicionar.
Temos uma natureza - acredito eu que fruto de várias encarnações, que vão definindo nossa personalidade.
Tenho minhas convicções e pensamentos e estou naquela fase de evitar conflitar com outras pessoas, pensando que cada uma tem seu tempo.
O mais importante, acho, é saber que a posição não seja fruto de maldade, sacanagem, inveja, etc, e sim desta caminhada individual de cada um, que inexoravelmente coloca alguns com mais vivência e visão, enquanto outros estão ainda noutros patamares.
O que penso então atualmente é que as pessoas continuarão sendo o que são, com mudanças lentas, não cabendo a meu ser, pelo menos assim penso agora, ficar querendo convencer disso ou daquilo.
Estou na fase amar a família intensamente, fotografar, opinar sem querer agredir, apenas participar, sabendo e compreendendo que quem pensa diferente está em seu tempo e, o mais importante, pode até estar com a razão, afinal quem sou eu para a certeza que meu pensar, é o que é?
E nesse jogo de opinar, ouvir, ler, observar, participar, assim como hoje estou de um lado, amanhã posso não mais estar.
Não sou pedra, se sim, que seja sabão, a pedra que se torna fácil de mudar, moldar.
Sempre digo e repito, "a única coisa que não muda, é que muda".
Que situação, rapaz...

#fotofláviorezende

Segunda, 20 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Que situação, rapá...

Durante a vida quase toda trabalhei em vários locais ao mesmo tempo, pelo fato da legislação beneficiar a jornada de trabalho do jornalista.
Para dar conta do recado era preciso acordar muito cedo, o que terminou acostumando minha alma.
Hoje uma amiga brincando disse que eu tinha acordado cedo, depois de receber as duas fotos de bom dia que mando para meus contatos.
Ao ler respondi: aposentado posso acordar a qualquer hora, mas o costume do cedo despertar não aposentou, daí...
Que situação, rapá...

Segunda, 20 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Escritos da Alma - missionário das eternas fotos

Depois de um fim de semana na Pipa, experimentando sensações fantásticas, tais como a companhia familiar, fotos incríveis, convivência amistosa com seres de todos os cantos e recantos do planeta, naturalmente diferentes, daí advindo beleza, posto que a diversidade é a mais perfeita glorificação da criação, eis que embriagado por estes momentos únicos, sugiro voltar novamente à esposa, e aqui estamos em Tibau do Sul, curtindo Cacimbinhas, praia no caminho da Pipa, selvagem, bela, cheia de charme e falésias multicoloridas.

E logo cedo, inquieto como sempre, vou para a rua, enlouquecido por fotografias, partindo em busca do nascimento de imagens, que vou parindo na maternidade de minha Canon e do Smartphone Samsung S10, tendo dificuldade enorme, confesso, de abortar algumas logo após a apreciação das mesmas para possíveis postagens. Estando inserido no universo da fotografia no espaço/tempo de apenas um ano, totalmente mergulhado no líquido amniótico deste nascimento na beirada do período sexagenário, não consigo parar de clicar e tenho extrema dificuldade em apagar registros.

As vezes alguém diz que posto muitas fotos, o que encontra respaldo na realidade, mas cada película que produzo me causa satisfação, tendo pouca ojeriza e muita aprovação, não no sentido de me achar isso ou aquilo, não, quando observo o que fiz, não me vem a mente nada a não ser a satisfação de ter aquela jóia, aquela pérola ali, resultante da minha visão/percepção/ação, então como o Facebook ou Instagram são meus espaços, não acho errado postar muitas coisas. Observa quem deseja e na quantidade que lhe apraz.

Não existindo assédio direto, ligação pedindo, algo invasivo, qual problema em exposição quantitativa de fotos? Sou apaixonado pelo que faço, é DNA, assim foi com a TV, jornal e revistas que trabalhei, atividade social via Casa do Bem que fundei, blocos, ações culturais, livros que lancei, posições políticas que tenho, sempre fui intenso, vivo, ativo e assumido.

Agora como fotógrafo, mesmo sem nenhum domínio técnico, zero em teorias e escolas, me atrevi a fazer exposições com um expoente potiguar, sem medo de comparações, participo de grupos, mostro o que faço, não me escondo, não me envergonho, estou no mundo, mais para mostrar que para apagar fotos, totalmente possuído, curtindo a vida duplamente, como um presente divino, vendo como alguém comum e, ao decidir eternizar, vendo como alguém que colabora com a história, memória, passado/presente/futuro.

A fotografia chegou na hora que aposentei. Foi o presente de Deus, me entregou as chaves da eternidade. Eu passarei - o que hoje registro, para os anais de chronos, naturalmente, gentilmente, maravilhosamente. Como poderei muita coisa apagar? Ver/registrar/revelar/disponibilizar/compartilhar, eis minha última missão.

LuzZzzz

Flávio Rezende aos dezoito dias, primeiro mês, ano dois mil e vinte. 12h25. Praia deb Cacimbinhas/Tibau do Sul. 

Quarta, 01 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Escritos de Ponta Negra - colecionando anos

Optando por virar calendário gregoriano no aconchego do lar, com as mulheres de minha vida e a companhia dos pets, durmo logo após a badalada da meia-noite e acordo cedo, cheio de intenso vigor, partindo para fumegar café, degustar torrada com goiaba, subindo na moto, acelerando e partindo destino Ponta Negra para me tornar usufrutuário do espaço mágico da praia bela.

Ao chegar me deparo com as demandas naturais dos seres, que já me conhecem e que esperam por minha profissão conhecida, posições várias. Um mostra a areia acumulada, as tábuas do calçadão soltas, lixo, catinga, abandono.

Ponta Negra é - praticamente fora os passeios para as praias fora de Natal - nosso único reduto turístico, a orla deve ter cerca de três quilômetros, mesmo assim, está abandonada, cheia de pequenos serviços a fazer, coisinhas a consertar, detalhes a serem observados. Tempo passa, prefeito vai, alcaide vem, nada de mais concreto consolida vontade de ali resolver bodes. Enquanto uns berram por soluções, a natureza alheia aos problemas, se amostra, exuberante, cheia de charme, com o mar emoldurando a paisagem com suas ondas espumantosas, como champanhes se abrindo em comemorações diversas.

O Morro do Careca, altaneiro, incólume, recebe turistas alheios as leis em subidas furtivas, com todos se fazendo de doido, afinal no primeiro dia do ano poucos querem dar uma de brabo, e da pequena infração reclamar.

E sigo fotografando o que quero e os que pedem, mandando de graça via zap seus momentos, em registros que chamam de "profissional", empoderando o ego e ampliando satisfação deste repórter das imagens e artesão dos textos, sentindo cada vez mais prazer em poder ser, neste mundo da fotografia, e da poesia/textual, um soldado, um voluntário, um cidadão, um realizador.

E a crônica do primeiro dia 2020 me posta no pé do Morro do Careca, onde agradeço oceânicamente minha existência e - olhando as pessoas de todas as raças, condições sociais, uns curtindo, outros labutando, numa democrática convivência saudável e agradável, penso na inevitabilidade do fluir dos anos e do prazer de os ir colecionando, como figurinhas, budas, corujas, placas, cartões postais.

Os anos passam, com a magia dos números, embalam numerologia, horóscopos, dão sentido a profecias, previsões, levam grana para eventos, marcam decisões. Anos, anos e anos, passam, chegam, vão, são onipresentes, importantes, marcos, pavorosos, esperados, cheios de esperança, alguns queremos esquecer, outros colocar numa moldura, anos, anos e anos, sempre serão parte de nossas vidas. Vamos colecionar o máximo possível deles. Até quando der...

Flávio Rezende no primeiro dia, primeiro mês, ano dois mil e vinte. 11h37. 

Domingo, 29 de Dezembro Meus escritos por Flávio Rezende

Reverenciando nossa cidade Natal

Natal fez 420 anos, uma cidade maravilhosa, com problemas comuns a todas do mundo, mas amável, agradável, bela e é onde nasci e pretendo ser usufrutuário por muito tempo ainda, caso a existência permita essa convivência na matéria por mais tempo.
Para ela dedico esta foto, com nosso patrimônio imaterial, a ginga com tapioca, além da Ponte Newton Navarro, que une os dois extremos da cidade do sol, luzzzzz Natal e seus queridos habitantes.

Domingo, 29 de Dezembro Meus escritos por Flávio Rezende

Reverenciando Canindé Soares

No fechar de 2019 homenageio algumas almas queridas que marcaram meu ano, como Canindé Soares, que há um ano atrás me indicou uma máquina para começar neste mundo mágico da fotografia, máquina essa, uma CANON Rebel, corroborada na compra por Zoltan Endreffy, ao qual tb agradeço.
Com Canindé percorremos algumas cidades, recebi dicas, ajudas e realizamos exposições na Justiça Federal, Assembleia Legislativa, Shopping Cidade Jardim e Tribunal Regional Eleitoral.
2019 foi o ano que abriu as portas da magia da fotografia e o amigo Canindé foi professor, amigo, parceiro e conselheiro.
Minhas reverências.
Luzzzzz