o espaço das minhas coisas

Terça, 21 de Janeiro Variedades por Flávio Rezende

Fotografando o Planet

Segunda, 20 de Janeiro Variedades por Eduardo Passaia

Reflexão de Eduardo Passaia

Cultura sem Robertos, Gilbertos, Goebdels ou Stalins.

Este evento grotesco protagonizado pelo demitido secretário da cultura, Roberto Alvim, serve para levantarmos várias pautas a serem discutidas. Todas com boa relevância e urgentes para definirmos de vez o caminho que queremos pro Brasil em questõds comoa cultura.

Vejamos por exemplo a questão já abordada dos efeitos danosos de uma polarização populista de extremos, com fanáticos que se satisfazem com qualquer bobagem dita pelos líderes em questão.

Temos a imprensa que, como já escrevi em outros textos, já resolveu pelo lado que vai "apoiar", seja por má conduta ou pelo simples fato da maioria desconhecer totalmente o que está acontecendo. Presidentes e seus representantes citarem assassinos como Che, Stalin, Fidel, Maduro e tantos outros nunca feriram a vergonha dos brasileiros tanto quanto Goebbels. Pra mim, não existe diferença entre as ideias, apenas que Che, Stalin e os outros, juntos assassinaram muito mais que os nazistas.

Outro ponto importante é sobre a tão falada guerra cultural, que evidentemente existe, e que pende totalmente para a massificação cultural e escolar da esquerda. São décadas de ilimitada doutrinação em escolas, universidades, peças, filmes, música e por aí vai, sem que houvesse qualquer indignação da sociedade doutrinada. 

A minha pergunta é: o remédio para tudo isto é termos a mesma dose do veneno no sentido contrário? Alguém realmente acredita que décadas de doutrinação planejada serão anuladas com verborragia barata? Com o lenga lenga cultural ofuscando o bom trabalho em áreas sérias como economia, segurança pública, infra estrutura, agricultura, o controverso meio ambiente, direitos humanos…

O próprio governo tem levantado polêmicas desnecessárias em nome desta guerra, não que não se deva entrar em bolas divididas, mas não vislumbro sequer um único projeto da esquerda que não seja o anti bolsonarismo e são estas polêmicas que fazem a esquerda ter palco, ter visibilidade, algo que não teria sem as mesmas.

"A grande lei da cultura é esta: deixar que cada um se torne tudo aquilo para que foi criado capaz de ser"

- Thomas Carlyle -.

Agora a pauta mais interessante, e que foi deixada de lado no início do governo por conta de pressões, é a questão da necessidade ou não de uma secretaria ou ministério da cultura, que como se viu até hoje, acaba sendo escritório ideológico do governo de plantão. Até onde o Estado deve se meter com a cultura? Do mesmo jeito que o tresloucado Alvim deixou claro que a cultura seria usada em agenda pró governo Bolsonaro, sabemos que a cultura foi usada pró governos anteriores. Isto não é correto, principalmente que parte destes absurdos são custeados com dinheiro que deveria estar empregado na educação, saúde e na segurança do povo brasileiro. 

A cultura é a maior expressão de seu povo e não de seu Estado, do governo da hora ou de políticos populistas sejam eles de qualquer bandeira ideológica.

A maior benfeitoria para a cultura brasileira é o Estado se afastar dela, deixar que ela encontre seu mercado, encontre seu caminho, seus desafios e conquiste seus apoiadores, seus fãs, independente da grana pública para que realmente se fortaleça, sem subterfúgios que simplesmente jogam um véu sobre a verdadeira viabilidade desta cultura. Com a injeção de dinheiro público, com a decisão de quem merece ou não receber esta grana, temos um apartheid cultural logo no filtro inicial, separando a partir do julgamento de burocratas iluminados, quem terá a chance ou não de ser artista bancado por todos nós.

Que tal deixarmos a cultura andar com suas pernas, sem Gilbertos, sem Robertos, sem Stalins e sem Goebbels?

Eduardo Passaia

Consultor de empresa na área de tecnologia, turismólogo e liberal.

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Segunda, 20 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Feliz com foto destacada no Fotógrafos sem Fronteiras

Recentemente entrei no grupo Fotógrafos sem Fronteiras e, nele, uma equipe escolhe as melhores fotos do dia, analisando imagens vindas de todas as partes do planeta. Para minha surpresa a última postagem, realizada sábado último na praia de Cacimbinhas, em Tibau do Sul, ficou na seleção, me deixando muito feliz e estimulado. Hoje também avancei em algumas decisões para colocar meus trabalhos ao alcance de arquitetos e ambientadores, com o objetivo de chegar nas residências. Luzzzz e gratidão a todos que estão apreciando e incentivando. Felizzzzz

Segunda, 20 de Janeiro Notícias por Kelly Maia

Prêmio Sesc de Literatura abre inscrições para edição 2020

 As inscrições são gratuitas e os escritores podem concorrer com obras inéditas nas categorias Conto e Romance.

Rio de Janeiro, janeiro de 2020 – As inscrições para o Prêmio Sesc de Literatura, um dos mais importantes do país, serão abertas na próxima segunda-feira, dia 20. Os autores estreantes podem inscrever suas obras inéditas nas categorias Romance ou Conto. Os interessados têm até 20 de fevereiro para concluir o processo de inscrição, que é gratuito e online. O regulamento completo pode ser acessado em www.sesc.com.br/portal/site/premiosesc.

 Ao oferecer oportunidades aos novos escritores, o Prêmio Sesc de Literatura impulsiona a renovação no panorama literário brasileiro e enriquece a cultura nacional. Os vencedores têm suas obras publicadas e distribuídas pela editora Record, com tiragem inicial de 2 mil exemplares. Desde a sua criação, mais de 14 mil livros foram inscritos e 29 novos autores foram revelados.

A parceria com a editora Record contribui para a credibilidade e a visibilidade do projeto, pois insere os livros na cadeia produtiva do mercado livreiro. A premiação foi criada em 2003 e se consolidou como a principal do país para autores iniciantes. No ano passado, houve recorde de inscritos com 1.969 obras, sendo 1.043 romances e 926 livros de contos.

O processo de curadoria e seleção das obras é criterioso e democrático. Os livros são inscritos pela internet, gratuitamente, protegidos por pseudônimos. Isso impede que os avaliadores reconheçam os reais autores, evitando qualquer favorecimento. Os romances e contos são avaliados por escritores  profissionais renomados, que selecionam as obras vencedoras pelo critério da qualidade literária.

A relevância do Prêmio Sesc também pode ser medida por meio do sucesso dos seus vencedores, que vêm sendo convidados para outros importantes eventos internacionais, como a Primavera Literária Brasileira, realizada em Paris, o Festival Literário Internacional de Óbidos, em Portugal, e a Feira do Livro de Guadalajara, no México.

Vencedores

 No ano passado, o vencedor na categoria Romance foi Felipe Holloway, com ‘O legado de nossa miséria’. A obra narra a história de um crítico de literatura e professor universitário que é convidado para um evento sobre jornalismo literário, numa fictícia cidade do interior de Minas Gerais. Lá ele conhece um famoso escritor cuja obra sempre admirou. Os personagens rememoram suas respectivas carreiras, nas quais os fracassos éticos e estéticos se alternam. Natural de Canindé, no Ceará, Holloway mora desde criança em Cuiabá (MT), onde leciona Língua Portuguesa na rede estadual.

João Gabriel Paulsen foi o ganhador na categoria Conto, com o livro 'O doce e o amargo'. Ele escreveu uma coletânea de nove contos que tratam das tensões geracionais e os conflitos ocasionados pelos ritos de passagem. Paulsen nasceu em Juiz de Fora (MG), onde mora, estuda Filosofia e escreve desde os 15 anos.

Eles se juntam a um time de vencedores do Prêmio Sesc Literatura, que tem entre suas estrelas Franklin Carvalho, ganhador com o Romance “Céus e Terra”, em 2016, e vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura 2017; a carioca Juliana Leite em 2018, com Romance com “Entre as mãos”, que após a premiação do Sesc, ganhou o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA); a paulista Sheyla Smanioto Macedo, vencedora da edição 2015, com o Romance “Desesterro”, que conquistou o Prêmio Machado de Assis 2016; Marcos Peres, com “O Evangelho Segundo Hitler”, vencedor do Prêmio SP de Literatura 2014 na categoria estreantes; e Débora Ferraz, autora do livro “Enquanto Deus não está olhando”, vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura 2015.

Segunda, 20 de Janeiro Variedades por Banco do Nordeste - Ass. Imprensa

Banco do Nordeste tem melhor performance entre bancos brasileiros, aponta revista especializada inglesa

Publicação considerou 18 indicadores para formulação do resultado   

Natal (RN), 20 de janeiro de 2019 – O Banco do Nordeste tem o melhor desempenho entre todos os bancos brasileiros, de acordo com estudo publicado pela revista inglesa The Banker, pertencente ao jornal The Financial Times e editada há 94 anos. O levantamento é feito para elencar os melhores bancos, por país, que pertencem ao mercado emergente Brics, composto por Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul.

O BNB ficou classificado em primeiro lugar em performance no ranking nacional, além de ficar em segundo colocado em eficiência operacional e em alavancagem.

"Este resultado ratifica nosso propósito de trabalho, em aplicar os recursos públicos que gerimos com o máximo de eficácia e eficiência, seguindo todas as regras de compliance, sempre focados no desenvolvimento da nossa região de atuação, geração de emprego e renda, além da melhoraria do bem-estar das famílias", afirma o presidente do BNB, Romildo Rolim.

O trabalho realizado pela The Banker analisa o desempenho das instituições em 2018 e as variações com o ano anterior, com destaque para o critério de eficiência operacional. A publicação também ressalta que dos dez bancos brasileiros analisados, apenas três registraram aumento nos lucros no período.

A metodologia utilizada é baseada em modelo que classifica o desempenho de cada banco com base em 18 indicadores, em oito categorias principais. Os bancos recebem uma posição em cada categoria, bem como uma classificação geral com base no desempenho em todas as áreas. São elas:

Crescimento: percentual anual em ativos, empréstimos, depósitos e receita operacional;

Rentabilidade: crescimento dos lucros antes dos impostos, retorno sobre ativos, retorno sobre patrimônio, margem de lucro, utilização de ativos (e melhoria anual nesses índices);

Eficiência operacional: relação custo-benefício (e melhoria anual nesse índice);

Qualidade dos ativos: crescimento dos encargos e provisões para redução ao valor recuperável, empréstimos vencidos, encargos por redução ao valor recuperável como um percentual da receita operacional total (e melhoria anual desses índices);

Retorno sobre o risco: retorno sobre ativos ponderados pelo risco (e melhoria anual nesse índice);

Liquidez: índice de empréstimo / ativo, índice de empréstimo / depósito (e melhoria anual desses índices);

Solidez: relação de ativos de capital (e melhoria anual nessa relação);

Alavancagem: total do passivo em relação ao total de ativos (e melhoria anual nesse índice);

Brics

De acordo com o ranking da The Banker, as instituições financeiras com melhor desempenho nos outros países emergentes são Alfa Bank, na Rússia, China Construction Bank, HDFC Bank, na Índia,  e African Bank, na África dos Sul.

A matéria completa pode ser conferida no seguinte link: https://www.thebanker.com/Banker-Data/The-Banker-s-Best-performing-Banks-ranking-BRICS-countries.

Segue a tabela de classificação brasileira:

BRAZIL'S BIGGEST BANKS, RANKED BY PERFORMANCE

Rank

Bank

Growth rank

Profitability rank

Operational efficiency rank

Asset quality

Return on risk rank

Liquidity rank

Soundness rank

Leverage rank

1

Banco do Nordeste do Brasil

4

5

1

3

7

2

7

2

2

Banco Daycoval

3

1

3

8

1

10

3

4

3

Banco BTG Pactual

2

6

2

7

2

3

8

6

4

Itaú Unibanco Holding

7

3

9

4

3

5

1

5

5

Banco Bradesco

5

7

6

9

5

4

5

1

6

Banco Safra

1

4

7

1

10

9

2

9

7

Banco do Brasil

9

2

5

2

4

7

9

10

8

Banco da Amazônia

8

9

10

5

6

1

4

7

9

Banrisul

6

8

8

6

8

6

10

3

10

Caixa Econômica Federal

10

10

4

10

9

8

6

8

 

 

Segunda, 20 de Janeiro Variedades por Flávio Rezende

Fotografando o Planet

Segunda, 20 de Janeiro Notícias por Bco do Nordeste

Edital do Banco do Nordeste destina R$ 6 milhões para inovações em atividades produtivas

A iniciativa visa beneficiar atividades desenvolvidas nos territórios atendidos pelo Plano AgroNordeste e Prodeter Banco do Nordeste

Natal (RN), 20 de janeiro de 2020 – Estão abertas as inscrições do edital Fundeci 02/2019 – Desenvolvimento Territorial do Banco do Nordeste, que concede recursos não reembolsáveis para apoio a iniciativas de difusão e transferência de tecnologias em atividades produtivas. São R$ 6 milhões disponibilizados para projetos que beneficiem os territórios atendidos pelo Plano AgroNordeste do Governo Federal e pelo Programa Banco do Nordeste de Desenvolvimento Territorial (Prodeter).

Podem participar quaisquer instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos, como fundações, institutos, autarquias, outras entidades da Administração Pública Direta ou Indireta e Organizações da Sociedade Civil, desde que sediadas ou com atuação nos Estados nordestinos e nos nortes de Minas Gerais e do Espírito Santo. 

Os projetos elegíveis devem propor a inclusão de inovações adaptadas às realidades locais, considerando pelo menos um dos quatro elos das cadeias produtivas – insumos, produção, beneficiamento ou comercialização. Os instrumentos de difusão de conhecimento devem ser adequados aos diversos níveis de instrução e de produção dos participantes, como cursos, oficinas, dias de campo, unidades de referência tecnológica, entre outros.

As inscrições estão abertas até o dia 7 de fevereiro. Informações adicionais estão disponíveis no site do Banco do Nordeste (www.bnb.gov.br/fundeci).