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Segunda, 26 de Junho Variedades por KRISHNAMURTI

Sobre o medo

"Todas as pessoas têm medo de uma coisa ou de outra.  A maioria das pessoas não quer cometer enganos, não quer fazer nada errado, especialmente quando são jovens. Assim, elas acreditam que, se puderem seguir alguém, se puderem ouvir alguém, ouvirão o que devem fazer e, agindo assim, alcançarão um objectivo, um propósito.

A maioria de nós é conservadora. Sabem o que significa essa palavra? Sabem o que é conservar? Manter, guardar. A maioria de nós quer permanecer respeitável e, para tanto, quer fazer o que é certo, quer ter a conduta correcta, que, se examinar com cuidado, perceberá que é um sinal de medo. Por que não cometer um erro, por que não descobrir? 

Mas o homem que tem medo está sempre pensando: 'Preciso fazer a coisa certa, eu preciso parecer respeitável; não posso deixar as pessoas pensarem o que eu sou ou não sou.'

Um homem assim, na verdade, tem um medo básico e fundamental. Um homem ambicioso é, por certo, uma pessoa assustada, e um homem assustado não tem amor, não tem simpatia. É como a pessoa fechada atrás de muros, dentro de casa. 

É importante - enquanto somos jovens - compreender isso, compreender o medo. 

É o medo que nos faz obedecer; mas, se pudermos analisar a questão, raciocinar juntos, discutir e pensar juntos, então poderei compreender e fazer isso; mas, compelir-me, forçar-me a fazer algo que não compreendo, só porque eu tenho medo de você, é uma forma errada de educar. Não é?"

~ Jiddu Krishnamurti, "Sobre o Medo"

Segunda, 26 de Junho Notícias por Haroldo Mota

Black Blull – de costa a costa


Assista o documentário “Black Blull – de costa a costa”, conta a história de Claudio Clarindo, o maior ultraciclista do País, durante a sua última participação na corrida de ciclismo mais difícil do mundo, a Race Across América (RAAM), que será exibido nesta quinta-feira, dia 29 de junho, às 19h30 no IFRN da Salgado Filho-Natal/RN.


A Race Across América, corta os Estados Unidos de oeste a leste e tem cerca de 4.800 km. O fotógrafo Gabriel Rodrigues acompanhou a edição de 2015 da competição ao lado de Clarindo, revelando dias de luta, amor ao esporte e superação de todos os limites. O ciclista morreria poucos meses depois, em 25 de janeiro de 2016, ao ser atropelado durante um treino na rodovia Rio/Santos, o motorista dormia ao volante. Esse santista, aos 38 anos, é até hoje, o maior nome das ultradistâncias do Brasil.

O lançamento deste documentário em Natal e promovido pela ONG Baobá e Rede Eu Sou do Amor, com apoio do IFRN Campus Natal Central (Av. Salgado Filho), da Associação dos Ciclistas do RN (ACIRN), do projeto TOTIPAH e da Federação Norte-rio-grandense de Ciclismo.

Um dos objetivos deste evento, é a participação dos ciclistas do projeto Totipah, que estão em Natal, do seu retorno de Salvador. Após a exibição do documentário, haverá um bate-papo com os ciclistas para discutir sobre mobilidade e segurança.

Além disso, a arrecadação da entrada para assistir o documentário, será direcionada para os integrantes do Projeto Totipah e uma parte para o realizador do documentário. Estamos sugerindo uma colaboração no valor de R$ 10,00 (dez reais), que pode ser efetuado na conta de Marcelo N R Santos, articulador e membro do Projeto Totipah, no Banco do Brasil, agência 5692-8 e conta corrente de nº 7.167-6. Solicitamos que após realizar o deposito, enviar conformação do mesmo para o whatsApp de Marcelo no (71) (71)9 9345.1160.

O fotógrafo paulistano Gabriel Rodrigues, 36, faz deste filme uma homenagem a um atleta genial. Claudio Clarindo, participou cinco vezes da prova, Race Across América (RAAM), na categoria solo, tornando-se ele próprio uma lenda da RAAM. Entre suas inúmeras conquistas, estão desafios como às 24 Horas de Sebring, nos EUA, em que pedalou 740 km em 24 horas; e ter ido do Rio de Janeiro a São Paulo em 22 horas ininterruptas. Foram 12 dias registrando de pertíssimo o esforço de Clarindo cruzando desertos, montanhas, cidades e florestas.

Serviço:
“Black Blull – de costa a costa”
Data: 29.06.2017 (quinta-feira)
Local: IFRN (Av. Salgado Filho, 1559, Tirol)
Horário: 19h30
Lotação: 150 lugares (miniauditório)
Colaboração Sugerida: R$ 10,00
Depositar: BB Agência 5692-8, Conta Corrente 7.167-6 Titular: Marcelo N R Santos 
Realização: ONG Baobá e Rede Eu Sou do Amor
Apoio: IFRN, Projeto Totipah, ACIRN e Federação Norte-rio-grandense de Ciclismo
Informações:
Haroldo Mota (84)9 8845.4603
Marcelo Nogueira (71)9 9345.1160
Fonte
http://arvoresdapaz.blogspot.com.br/2017/06/black-blull-de-costa-costa-tera.html

Segunda, 26 de Junho Variedades por Flávio Rezende

Irena, eis uma alma ótima

Zegota (Resgate)

Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações. Mas os seus planos íam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazistas relativamente aos judeus (sendo alemã!).

Irena trazia crianças escondidas no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira na parte de trás da sua caminhonete (para crianças de maior tamanho).

Também levava na parte de trás da caminhonete um cão, a quem ensinara a ladrar aos soldados nazistas quando entrava e saía do Gueto. Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer.

Enquanto pôde manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.

Por fim os nazistas apanharam-na. Souberam dessas atividades e em 20 de Outubro de 1943 Irena Sendler foi presa pela Gestapo e levada para a infame prisão de Pawiak, onde foi brutalmente torturada. Num colchão de palha, encontrou uma pequena estampa de Jesus com a inscrição: “Jesus, em Vós confio”, e conservou-a consigo até 1979, quando a ofereceu ao Papa João Paulo II.

Ela, a única que sabia os nomes e moradas das famílias que albergavam crianças judias, suportou a tortura e negou trair seus colaboradores ou as crianças ocultas. Quebraram-lhe os ossos dos pés e das pernas, mas não conseguiram quebrar a sua determinação. Já recuperada foi, no entanto, condenada à morte.

Enquanto esperava pela execução, um soldado alemão levou-a para um "interrogatório adicional". Ao sair, ele gritou-lhe em polaco: "Corra!".
Esperando ser baleada pelas costas, Irena, contudo, correu por uma porta lateral e fugiu, escondendo-se nos becos cobertos de neve até ter certeza de que não fora seguida. No dia seguinte, já abrigada entre amigos, Irena encontrou o seu nome na lista de polacos executados que os alemães publicavam nos jornais.

Os membros da organização Zegota ("Resgate") tinham conseguido deter a execução de Irena, subornando os alemães e Irena continuou a trabalhar com uma identidade falsa.

Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, guardadas num frasco de vidro enterrado debaixo de uma árvore no seu jardim.

Depois de terminada a guerra, tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a família. A maioria tinha sido levada para as câmaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais, ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adotivos.

Em 2006 foi proposta para receber o Prêmio Nobel da Paz... mas não foi selecionada. Quem o recebeu foi Al Gore por sua campanha sobre o Aquecimento Global.

Não permitamos que alguma vez esta Senhora seja esquecida!!

Estou transportando o meu grão de areia, reenviando esta mensagem. Espero que faças o mesmo.

Passaram já mais de 60 anos, desde que terminou a 2ª Guerra Mundial na Europa. Esta mensagem será reenviada como uma cadeia comemorativa, em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos (inclusive 1.900 sacerdotes católicos), 500 mil ciganos, centenas de milhares de socialistas, comunistas e democratas e milhares de deficientes físicos e mentais, que foram assassinados, massacrados, violados, mortos à fome e humilhados, com os povos do mundo muitas vezes olhando para o outro lado...

Agora, mais do que nunca, com o recrudescimento do racismo, da discriminação e os massacres de milhões de civis em conflitos e guerras sem fim em todos os continentes, é imperativo assegurar que o Mundo nunca esqueça de gente como Irena Sendler, que salvou milhares de vidas praticamente sozinha.

A intenção desta mensagem é chegar a 40 milhões de pessoas em todo o mundo. 

Una-se a nós e seja mais um elo desta cadeia comemorativa e ajude a distribuí-la por todo o mundo... Por favor, envie esta mensagem às pessoas que conhece e peça que não interrompam esta cadeia. 

"A razão pela qual resgatei as crianças tem origem no meu lar, na minha infância.
Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade." - Irena Sendler

 

Segunda, 26 de Junho Notícias por Flávio Rezende

MEDITAÇÃO SOBRE A VIDA E A MORTE", Lama Rigdzin

Palestra "MEDITAÇÃO SOBRE A VIDA E A MORTE", Lama Rigdzin, 30 de junho às 19:30 horas no Auditório da Vila Feliz, Pium

Domingo, 25 de Junho Meus escritos por Flávio Rezende

Escritos de Ponta Negra- a moreninha do surf e o professor aprendiz

Escritos de Ponta Negra 
- A moreninha do surf e o professor aprendiz -

O domingo de chuva não arrefeceu o ânimo de caminhar e de mergulhar no aprazível mar de Ponta Negra. 
Logo cedo despertei e para lá me joguei, curtindo Aquarius de Hair no som e me inspirando nas varandas das casas e dos flats.
Depois dos passos sempre chega a hora do mergulho, sendo neste de hoje, próximo ao Morro do Careca. 
Ao entrar percebi uma jovem morena sendo instruída na prática do surf por um rapazinho. 
Assim que emergi do mergulho surge uma pequena ondulação e o professor empurra a prancha que desliza suavemente. 
Rapidamente a aprendiz levanta e permanece uns quatro segundos em pé, dando tempo de ensaiar um rapidíssimo rebolado.
Sua volta fez a atmosfera vibrar na boa vibe positiva da alegria incontida.
Ela com um sorriso 180 graus e musculatura facial radicalmente esplêndida em abertura geral, verbaliza:
- Tu visse Barão? Pô meu, foi massa. E ainda dei uma balançada. 
O tal Barão, igualmente extasiado respondeu afirmativamente e os dois felizes foram aguardar a próxima onda.
A felicidade da dupla foi tanta que me contagiou. Senti igualmente aquele êxtase e fiquei hiper feliz com o feito da moreninha do surf.
Do lado oposto eis que desliza na onda o professor de uma universidade, que ali desenvolve projeto de inclusão de deficientes no mar.
Ao retornar comenta com uma aluna que estava aprendendo a surfar e que já conseguia ficar em pé com segurança. 
Ela disse que estava constatando isso e a alegria dos dois perpassava suas limitações físicas e enchia o ambiente de positivismo.
Num domingo onde faltou sol, sobrou felicidade abundando da esquerda e da direita, tendo como fonte o surf, e como transmissores jovens movidos a novas experiências. 
Sintonize suas antenas e capte felicidade onde puder. Os seres estão emanando e produzindo a todo instante.
Precisamos disso para conectar nossa verdadeira essência. 
O bem é alimento, é fermento e é parte de nosso viver. 

Flávio Rezende aos vinte e cinco dias, do mês seis, ano dois mil e dezessete.  Praia de Ponta Negra. 11h.

 

Domingo, 25 de Junho Meus escritos por Flávio Rezende

Um sonho na varanda


Uma caminhada é na verdade um exercício de inclusão. 
Do começo ao fim a mente movimenta vários pensamentos, reflexões e até sonhos na forma de desejos. 
Alguns são perfeitamente possíveis dentro de minha atual situação, como tomar cafezinho popular ou mais sofisticado, mergulhar na praia ou escrever. 
Mas tem uns que seria preciso um up grade do nível financeiro para que pudesse chegar lá. 
Vou confessar. Sempre penso em ter uma casa na beira mar de Ponta Negra. Fico me imaginando em alguma varanda observando o morro, o vai e vem de pessoas, sempre tendo tudo isso como resultado final o ato de escrever. 
Cada vez mais sinto que meu existir faz sentido, na explicitação pela escrita do meu cosmos interior. 
Durante muito tempo realizei o sonho de servir ao próximo, e ainda continuo de alguma maneira fazendo umas coisas, mas este mister atingiu um pico e está dando espaço para novas ações. 
Compartilhar experiências, incentivar bom comportamento e denunciar negatividades numa área muito importante, a do serviço público, é do interesse coletivo, e devemos também participar. 
Gosto muito também de valorizar a família. O amor que pode ser gerado em pais e filhos certamente ajuda a aura planetária e essa usina precisa ser ampliada e suas atividades devidamente historiadas.
Nunca deixarei de escrever pela falta da varanda na beira da praia, mas sonhar com algo material também faz bem. Sou um ser humano normal e tenho sonhos diversos.
Fazer o bem, amar a todos, caminhar, escrever, sonhar, ser feliz, estar no mundo, sentir, participar e espalhar o belo, eis ingredientes que procuro sempre ter internamente. 
E assim sigo caminhando e lançando carinhoso olhar para as coberturas. 

Adoro olhar para o alto e me imaginar lá...

Flávio Rezende aos vinte e cinco dias, do mês seis, ano dois mil e dezessete.  Praia de Ponta Negra.  9h10.  

Sábado, 24 de Junho Meus escritos por Flávio Rezende

Reverenciando a alma ótima Sandra Erickson


Sempre que vejo a professora Sandra Fernandes Erickson ela está ou sorrindo ou envolvida numa causa que abraça a dor de alguém, a liberdade de uma nação ou a necessidade de um coletivo. Isso de todos os reinos.
Ela é absolutamente livre de egoísmo, não se veste segundo as regras do modismo e tampouco tem a visão limitada dos sectários.
A vida de Sandra está a serviço da coletividade. Ela só expande sua consciência na medida em que canta Hare Krishna, diz amém, shalom, defende os índios, animais, estudantes e diz sim aos movimentos sociais na defesa de posições que acredita.
É uma alma ótima e reverenciando seus movimentos posto uma reflexão de Sai Baba:
"A terceira flor que Deus ama mais é a flor da compaixão (daya) por todas as criaturas vivas. Viva em amizade com todos, mas não tenha muita conexão com as pessoas. A quarta flor especial e significativa que Deus ama muito é a tolerância (Kshama). Os Pandavas sofreram muito nas mãos dos Kauravas. Mas nunca Dharmaraja perdeu a tolerância. Foi a virtude da tolerância que sempre conseguiu para os Pandavas a proteção de Krishna e os tornou um ideal para o resto do mundo. Deus ama a oferta de flores de não-violência, controle dos sentidos, compaixão e tolerância (ahimsa, indriyanigraha, daya e kshama). Deus ficará satisfeito com você e lhe conferirá benefícios somente quando Lhe oferecer as "flores" que Lhe são preciosas. Não se consegue nenhum benefício em oferecer flores que desaparecem e se deterioram todos os dias. (Discurso Divino, 22 de agosto de 2000)" Sathya Sai Baba.
Professora Sandra orgulha todas as espécies pois UNA, está dissolvida na vida como AMOR.

Seja sempre feliz alma querida.